sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Algumas coisas que os pais devem ou não fazer

Muitas vezes, nas produções artísticas de nossos pequenos, ficamos na dúvida de como devemos agir, diante dos "rabiscos" e desenhos que eles produzem.
Ai vai algumas dicas, de como devemos proceder:

O QUE OS PAIS DEVEM FAZER:
O QUE OS PAIS NÃO DEVEM FAZER:
Considerar a expressão artística da criança como um registro de sua personalidade e formação.
Corrigir ou “ajudar” a criança em seu trabalho, procurando impor-lhe uma personalidade de adulto.
Compreender que, enquanto trabalha, a criança está adquirindo experiências importantes para seu desenvolvimento.
Considerar que o “produto final” do esforço infantil tenha alguma importância.
Sensibilizar a criança e suas relações com o ambiente.
Entregar a criança cadernos de figuras para colorir ou modelos de desenhos que a tornariam insensível ao ambiente.
Apreciar o esforço da criança quando esta consegue transmitir sua própria experiência.
Demonstrar apreço por tudo o que a criança faça indiscriminadamente.
Compreender que as proporções “erradas” exprimem, frequentemente, uma experiência.
Corrigir as desproporções do trabalho.
Aprender que as percepções da criança, a respeito de sua arte, são diferentes das dos adultos.
Esperar que as manifestações artísticas da criança sejam sempre agradáveis aos olhos dos adultos.
Apreciar os trabalhos artísticos das crianças de acordo com seus próprios méritos.
Preferir o trabalho de uma criança ao da outra.

Colocar á disposição da criança um local apropriado, onde possa trabalhar.
Limitar a atividade infantil, deixando de dar à criança um local apropriado para trabalhar.
Ensinar a criança a respeitar as manifestações de arte dos outros.
Fazer comparações entre os resultados dos trabalhos das crianças.
Encorajar o espírito de competição, que nasce da própria necessidade de a criança expressar-se por si mesma.
Apoiar concursos
 ou competições que utilizam prêmios, recompensas, como estímulo.
Na colaboração com as crianças em tarefas criadoras, estimular a tolerância e  respeito para com o trabalho alheio.
Impor os padrões de adultos, quando trabalham com as crianças.
Matricular a criança num curso de arte infantil.
Conservar a criança em casa, “chegadinha” demais aos adultos.
Pendurar os trabalhos dos filhos nas paredes, somente quando todas as crianças puderem participar, e não apenas um só trabalho.
Pendurar unicamente o “melhor” trabalho de um filho.
Deixar que a criança desenvolva sua própria técnica, mediante a experimentação.
Mostrar a criança “como se pinta”.

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